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	<title>Marketing, web e cia</title>
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	<description>Ideias e opiniões de uma workaholic</description>
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		<title>Google Analytics lança versão paga</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 16:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta.  estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão gratuita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google lançou ontem oficialmente a versão paga da sua ferramenta de estatísticas. O Google Analytics Premium se destina ao monitoramento de sites com grandes números de acessos e fornece suporte ao usuário, o que aliás, é a grande necessidade de muitos usuários da ferramenta.  estrutura e as funcionalidades são as mesmas da versão gratuita que usamos, as principais mudanças surgem para atender as demandas corporativas, como resultados em tempo real e fidelidade dos dados fornecidos.</p>
<p>De acordo com o release oficial, o Google Analytics Premium tem os seguintes diferenciais em relação a versão atual:<span id="more-196"></span></p>
<ul>
<li><em>Extra processing power</em> &#8211; maior capacidade de coleta de dados (acima de 1 bilhão de cliques), mais variáveis e opções de download, relatórios de dados integrais.</li>
<li><em>Advanced analysis</em> &#8211; ferramentas de atributos modulares para monitorar e testas diferentes padrões conclusão de metas e conversões.</li>
<li><em>Service and support</em> &#8211; especialistas à disposição para instalação e um profissional dedicado à gestão da conta, além de suporte 24/7.</li>
<li><em>Guarantees</em> &#8211; maior fidelidade e compromisso com a coleta, processamento e relatório dos dados.</li>
</ul>
<p>O projeto piloto teve como beta testers grandes empresas como Gucci, Travelocity, TransUnion, eHarmony entre outros, assegurando que o Google Analytics Premium atende a demanda destas empresas. O modelo de negociação do Google Analytics Premium é através do pagamento de um fee anual de US$ 150.000,00, por ora disponível para Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.</p>
<p>A pergunta mais importante talvez seja quem precisa da ferramenta, afinal estamos falando de um investimento significativo sobre uma ferramenta gratuita. Mas a resposta não é difícil. Uma empresa com mais de 1 bilhão de cliques certamente tem um faturamento representativo o suficiente para que o custo não seja elevado e pode optar por diferenciais como elevadíssima precisão, relatórios em tempo real, resultados integrais &#8211; ao invés de amostragem &#8211;  e 50 metas configuráveis (em vez das 5 disponíveis na versão gratuita).</p>
<p>Assista o vídeo de lançamento:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/XNIQ7lxIXxg" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Ainda não há previsão de lançamento para o mercado brasileiro, vamos esperar.</p>
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		<title>Marketing de Busca: Como Otimizar Links Patrocinados e Orgânicos</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[links patrocinados]]></category>
		<category><![CDATA[marketing de busca]]></category>
		<category><![CDATA[seo]]></category>

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		<description><![CDATA[O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O esforço primordial de marketing online para uma empresa se fundamenta no marketing de busca. Seja uma empresa, um site de notícias ou uma loja virtual, o objetivo mais importante é conseguir que um consumidor potencial encontre o site. O diferencial que mantém o marketing de busca nesta posição de destaque é o objetivo do usuário. Ao pesquisar efetivamente uma informação, o usuário está mais atento às informações e tem uma predisposição maior para a conversão, geralmente a aquisição de um produto ou serviço.</p>
<p>Ao realizar uma pesquisa, o usuário obtém resultados orgânicos e pagos, mas não diferencia um do outro. As empresas que investem no marketing de busca precisam cobrir os dois tipos de resultados, através do SEO e da gestão de Links Patrocinados. Algumas pequenas mudanças podem trazer resultados significativos, com um objetivo simples:  conseguir melhores resultados a um custo menor.</p>
<p><span id="more-187"></span>A primeira questão a ser solucionada é a consolidação do trabalho. Apesar do crescente investimento, o marketing de busca ainda é setorizado: o SEO é de responsabilidade da equipe técnica de Tecnologia da Informação e os Links Patrocinados do departamento de Marketing. Não há razão que justifique esta separação, já que ambas as ferramentas existem com o mesmo objetivo. O marketing de busca precisa ser coordenado conjuntamente.</p>
<p>As métricas, tão importantes e tão viciantes no marketing online, devem estar concentradas. Links Patrocinados, resultados orgânicos, indicações de parceiros, resultados de e-mail marketing &#8211; todos precisam ser mensurados pela mesma ferramenta para que possam ser comparados adequadamente.</p>
<p>No mesmo compasso. A empresa também precisa considerar que Links Patrocinados e SEO são igualmente importantes, apesar de suas diferenças. Se Links Patrocinados são mais dinâmicos e podem fornecer os principais termos a serem trabalhados pelo SEO, o SEO estabelece as bases de avaliação do site e o bom desempenho orgânico diminui os custos por clique dos Links Patrocinados.</p>
<p>Antes de começar, é preciso avaliar o quadro geral, para identificar onde estão os problemas e as oportunidades. Se o trabalho já está em andamento, é importante fazer algumas pausas para avaliar a evolução e identificar novos problemas e oportunidades que possam surgir.</p>
<p>Não importa quais as ações realizadas, se o usuário sai do site sem encontrar o que procura então todo o esforço foi perdido. É preciso rever e refazer várias etapas do trabalho (às vezes, todas). Por vezes o trabalho bem feito de marketing de busca pode apontar a necessidade de mudanças inesperadas, principalmente no design de um website. Ignorar estas informações é desperdiçar o trabalho.</p>
<p>Ainda existem outros fatores de influência, mais técnicos, que ficam para o próximo post, para não ficar grande demais.</p>
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		<title>Quanto vende um anúncio no Facebook?</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 13:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há mais dúvida de que as redes sociais fazem parte do composto de marketing. A questão mais importante hoje é como mensurar o resultado dos investimentos em social media. Muitas empresas têm se esforçado neste sentido: agências web, profissionais de internet, institutos de pesquisa e principalmente as próprias redes sociais. Sabemos que os investimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há mais dúvida de que as redes sociais fazem parte do composto de marketing. A questão mais importante hoje é como mensurar o resultado dos investimentos em social media. Muitas empresas têm se esforçado neste sentido: agências web, profissionais de internet, institutos de pesquisa e principalmente as próprias redes sociais.</p>
<p>Sabemos que os investimentos em redes sociais podem ser mensurados como as ações offline: valor de marca, intenções de compra, fidelização. No entanto, essa informação nem sempre é o suficiente. O cliente quer números, o cliente quer saber <strong>exatamente</strong> quanto vende um anúncio no Facebook. O relatório da pesquisa organizada pela Nielsen transforma em números palpáveis a tão celebrada e comentada <em>relevância social</em>.</p>
<p><span id="more-164"></span>A pesquisa envolveu mais de 800.000 usuários do Facebook e cobriu mais de 125 campanhas de 70 marcas na rede social ao longo de seis meses. A pergunta <em>Qual o valor de um fã no facebook?</em> é ser respondida através de duas medidas:</p>
<blockquote><p>1. Quantas pessoas são atingidas pelas exibições dos anúncios?</p>
<p>2. Quanto isso mudou efetivamente atitudes e comportamentos?</p></blockquote>
<p>Foram consideradas as impressões de anúncios simples, impressões de anúncios endossadas por amigos (ambas pagas, exibidas na lateral do Facebook) e os resultados orgânicos (impressões nos feeds); e mensurados três aspectos: lembrança do anúncio, lembrança da marca e intenções de compra. Os resultados são significativos.</p>
<p>Nass impressões de anúncios simples, a lembrança do anúncio é 10% maior, além de um aumento de 4% de lembrança da marca e 2% a mais de intenções de compra. Quando endossados por amigos (&#8220;Fulano curte tal página&#8221;), obtivemos 16% de lembrança de visualização do anúncio, 8% de lembrança de marca e expressivos 8% de intenções de compra. Nos resultados orgânicos, são 30% de lembrança dos anúncios, 13% de valor de marca e 8% de intenções de compra.</p>
<p><a href="http://www.lomyne.com/wp-content/uploads/2011/07/grafico-nielsen-facebook.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-165" title="Gráfico Nielsen Facebook" src="http://www.lomyne.com/wp-content/uploads/2011/07/grafico-nielsen-facebook-300x225.jpg" alt="Gráfico Nielsen Facebook" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Na ponta do lápis, a pesquisa comprova que vale a pena utilizar os anúncios pagos no Facebook, mas não podemos esquecer que o conteúdo precisa de qualidade. Afinal podemos pagar por um maior alcance, mas as impressões orgânicas é que são as mais eficientes. E estas não se compram, se conquistam.</p>
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		<title>Drops para redação online</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 13:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[estilo]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não é o mestre Yoda. A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido. Encontre seu estilo. Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você não é o mestre Yoda.</strong> A ordem dos fatores é sujeito, verbo, objeto. Algumas vezes é um charme modificar a ordem dos elementos, mas você corre o risco de errar ou &#8211; pior ainda &#8211; de não ser entendido.</p>
<p><strong>Encontre seu estilo.</strong> Escolha suas palavras como escolhe suas roupas, assim você sempre será autêntico e seu conteúdo terá mais credibilidade.</p>
<p><strong>Escreva corretamente.</strong> Não importa o que a nova cartilha do MEC diz, a língua portuguesa tem sua norma culta, respeite.</p>
<p><span id="more-42"></span><strong>Desconstrua a informação.</strong> Evite usar muitas citações. Leia, assimile informações de várias fontes e escreva seu próprio material. Só não esqueça de citar as fontes quando for reproduzir.</p>
<p><strong>Cuide da pontuação.</strong> Divida bem as frases e os parágrafos. Usar ponto e vírgula (;) e travessão (-) enriquece o texto.</p>
<p><strong>Use a linguagem adequada ao meio.</strong> Não escreva no Twitter como escreveria sua tese de mestrado. E vice-versa.</p>
<p><strong>Seja objetivo.</strong> Além de se adequar ao meio, lembre-se que as pessoas preferem textos mais curtos na internet.</p>
<p><strong>Cuidado com seus vícios.</strong> Todo mundo tem manias, identifique os seus e trabalhe para melhorá-los.</p>
<p><strong>Saiba quando parar.</strong> Escrever é como jogar pôquer, você precisa saber quando parar. Todo texto precisa de conclusão, se você começa a se repetir, encerre.</p>
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		<title>2º Circuito 4&#215;1 &#8211; Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 17:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[circuito4x1]]></category>
		<category><![CDATA[cultura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressões sobre a segunda edição do Circuito 4&#215;1 no Rio de Janeiro, dias 29 e 30 de abril de 2011. O evento trouxe mais que ideias inovadoras, ideias revolucionárias para repensarmos a comunicação online, em busca de nos aprimorar e fazer ações de marketing melhores ainda. Abaixo, listei alguns drops e links. Para ver impressões gerais e as apresentações dos palestrantes, veja meu post no midiasblog.</p>
<p><b>Drops:</b>
<ul style="text-align: left;">
<li>&#8220;Se você é um profissional de marketing, você tem que entender de ser humano. (&#8230;) Fazer o óbvio é tão difícil, tão complexo, que virou inovação.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
<li>&#8220;A economia criativa não polui, é intangível, tem alti impacto de capital humano e bem-estar social.&#8221; (<a href="http://twitter.com/FredGroth" target="_blank">@FredGroth</a>)</li>
<p><span id="more-41"></span>
<li>&#8220;Antes vendiamos excassez, agora o modelo é focado em relacionamento.&#8221; (<a href="http://twitter.com/paulamartini" target="_blank">@paulamartini</a>)</li>
<li>&#8220;Não dá pra separar Comunicação de História.&#8221; (Janaina Machado &#8211; <a href="http://twitter.com/planob_consult">@planob_consult</a>)</li>
<li>&#8220;Usar o mural do facebook de SAC não indicado. Nem postar fotos ou vídeos. É necessário o uso de um aplicativo.&#8221; (<a href="http://twitter.com/dacapobianco" target="_blank">@dcapobianco</a>)</li>
<li>&#8220;WordPress é pesado, mas permite sistemas de apoio excelentes, que o tornam uma solução completa&#8221;  (Diego Cox)</li>
<li>&#8220;E-mailmarketing = Social Media + Conteúdo&#8221; (Gustavo Pereira)</li>
<li>&#8220;Quando pensamos em produzir conteúdo para mídias sociais, viciamos na produção de conteúdo em texto. Porque não áudio? Porque não vídeo?&#8221; (<a href="http://twitter.com/guanabara">@guanabara</a>)</li>
<li>&#8220;Financiamento colaborativo em produtos culturais gera envolvimento emocional com a produção, resulta em um bem maior.&#8221; (do debate sobre CrowdSourcing e CrowdFounding)</li>
<li>&#8220;Colocar o mesmo conteúdo em diversas mídias não é fazer transmídia. Integre o conteúdo, não replique.&#8221; (<a href="http://twitter.com/barbararmota" target="_blank">@barbararmota</a>)</li>
<li>&#8220;A gente quer a verdade ou apenas fingir que está informado?&#8221; (<a href="http://twitter.com/elismonteiro" target="_blank">@elismonteiro</a>)</li>
<li>&#8220;Existe um efeito borboleta na comunicação. Nosso gesto mais simples gera um impacto em algo que sequer esperamos.&#8221; (<a href="http://twitter.com/kakamachine" target="_blank">@kakamachine</a>)</li>
</ul>
<p><b>Links legais:</b>
<ul style="text-align: left;">
<li><a href="http://www.estrombo.com.br/economia-criativa-saindo-do-seculo-xix-e-entrando-no-seculo-xxi" target="_blank">Economia criativa</a>, via @paulamartini.</li>
<li><a href="http://ow.ly/4JNaG" target="_blank">Television is a drug</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://www.youtube.com/watch?v=btzHVVxq_eE" target="_blank">Cantora holográfica</a>, via @uhuh.</li>
<li><a href="http://twitpic.com/4r3sfk" target="_blank">Usabilidade perfeita</a>, via @horaciosoares.</li>
<li>&#8220;<a href="http://planobconsultoria.wordpress.com/2011/05/02/plano-b-palestra-no-circuito-4x1-do-rio-de-janeiro/" target="_blank">Redes Sociais no Oriente Médio</a>&#8220;, via @planob_consult.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Marketing online: podemos conquistar muito mais</title>
		<link>http://www.lomyne.com/2011/04/marketing-online-podemos-conquistar-muito-mais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=marketing-online-podemos-conquistar-muito-mais</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 02:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de carreira]]></category>
		<category><![CDATA[profissionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[remuneração]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivenciando uma explosão de profissionais de mídia online. A demanda de mercado abre centenas de vagas diariamente. A pressa de fechar um negócio, a vontade de atender cada vez mais e talvez até o oportunismo criam riscos perigosos. Uma questão que tem se tornado evidente é um relativo sucateamento do mercado, justamente cedo demais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivenciando uma explosão de profissionais de mídia online. A demanda de mercado abre centenas de vagas diariamente. A pressa de fechar um negócio, a vontade de atender cada vez mais e talvez até o oportunismo criam riscos perigosos. </p>
<p>Uma questão que tem se tornado evidente é um relativo sucateamento do mercado, justamente cedo demais. O mercado tem feito promessas grandiosas a custos muito baixos e estamos experimentando uma luta desleal entre profissionais. Formações acadêmicas e amplas experiências disputam de igual para igual com novatos ansiosos &#8211; por vezes despreparados &#8211; cen5tavo a centavo. Como uma feira, leva o de menor preço. </p>
<p><span id="more-40"></span>Mais importante do que procurar os culpados, precisamos definir: onde queremos ir com isso? Crescemos tanto, ampliamos tanto, criamos tanto e na prática estamos obtendo menos. </p>
<p>Será que não estamos nos empolgando demais com as inovações e esquecendo o lado prático da vida? Será que depois não iremos pagar caro demais pela nossa empolgação? Podemos conquistar muito mais, merecemos muito mais. Porque nem sempre buscamos?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Marketing e Publicidade: o que é trabalho de quem?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 16:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[relações públicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parece uma pergunta simples, mas não é. Entre as áreas de formação, os desejos das pessoas e as oportunidades de trabalho disponíveis, surge uma imensa área cinza onde não se sabe o que é trabalho de quem. Marketing, publicidade, relações públicas, design, tecnologia da informação, todos se envolvem para tornar a comunicação funcional, sejam bacharéis, tecnólogos ou autodidatas.</p>
<p><span id="more-38"></span>Por definição, os profissionais de marketing atendem empresas, como funcionários ou consultores, abrangendo comunicação corporativa, gestão de produtos e precificação, pesquisa e planejamento estratégico. Já publicitários pertencem às agências e produtoras, cuidando de criação (redação e design), mídia, atendimento, além de sobrescreverem as funções de marketing. Relações públicas, por sua vez, assumem responsabilidades institucionais, eventos, relacionamento com clientes, cerimonial e protocolo. Há ainda os designers e jornalistas, que por vezes exercem funções equivalentes.</p>
<p>Quando falamos de grandes empresas, a situação é mais clara, bem definida e quase sempre com verba suficiente para contratar os profissionais e meios adequados. Mas todos sabemos que grandes empresas não representam a maioria do nosso mercado, não é essa a realidade cotidiana da propaganda no Brasil. São empresas de pequeno e médio porte, com estruturas enxutas e equipes multifuncionais. Não raro, o marketing é controlado pelo dono ou alguém da sua família.</p>
<p>Então estamos online e agora? Há designers planejando, marketeiros produzindo conteúdo, informatas palestrando&#8230; E nossa formação? De nada serviu? Afinal, o que precisamos rever? Nossas atribuições profissionais ou nossa formação acadêmica? Com tantas carreiras novas, quem vai pra onde? Se não respondermos estas perguntas em breve, vamos sucatear completamente o mercado.</p>
<p><i>p.s.: em tempo, obrigada <a href="http://twitter.com/idegasperi" target="_blank">@idegasperi</a> pela sugestão de pauta.</i></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mídia Online: o mínimo não é o suficiente</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
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		<category><![CDATA[ideias]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>No último ano, a internet no Brasil mudou drasticamente. As compras coletivas trouxeram milhões de novos consumidores para as compras online. Pessoas que utilizaram seus cartões de crédito na internet e descobriram que não há mistério, seu cartão não foi clonado e o processo é rápido. Ainda que para adquirir serviços ou produtos a serem retirados em lojas físicas, um preconceito clássico acabou por ser derrubado graças a <i>oportunidades imperdíveis</i>. </p>
<p>Não é muito diferente da explosão de televendas na década de 90. Produtos que ainda hoje são lembrados e até consumidos: meias Vivarina, facas Ginsu e outros tantos foram lançados pelo (011) 1406. Estávamos então diante de um universo de produtos diferentes e irresistíveis. Agora que se tornaram corriqueiros, a febre de consumo se volta às ofertas para gerar fluxo de compra. </p>
<p><span id="more-37"></span>Não há vídeo no Youtube, pesquisa no Google ou página no Facebook que não tenha um anúncio de compra coletiva. As compras coletivas constituem sistemas com alto retorno financeiro, baixo custo operacional e por isso com grande poder de investimento em publicidade &#8211; mesmo porque é o melhor canal para se promoverem. </p>
<p>O efeito dessa mudança sobre o marketing de varejo online é visível, o mercado está saturado: os custos de mídia estão subindo vertiginosamente; os espaços, mais apertados e as soluções, cada vez mais complicadas. </p>
<p><b>Onde está o problema?</b><br />
No comportamento viciado, tanto de consumidores quando de profissionais. O consumidor quer o melhor produto, pelo menor preço e que exija o menor esforço. Esse comportamento é praticamente uma lei da natureza. O que fazemos é colocar diante desta pessoa a oportunidade de compra, como vitrines de boutiques que ostentam seus descontos em final de estação. Ou como a confeitaria do bairro, com seus bolos e tortas na geladeira envidraçada. </p>
<p>Na internet, é pouco. Não estamos produzindo grandes inovações, porque estamos acostumados a relacionar ações com retorno direto, palpável e principalmente, confortável. Apesar do que declaramos aos 4 ventos, adoramos internet, mas não estamos explorando todo seu potencial, ainda pensamos presos às velhas ferramentas.</p>
<p>Podemos fazer muito mais. Basta gastarmos mais tempo com ideias do que com preocupações financeiras.</p>
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		<title>Tendências de Marketing Online 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 17:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[eMarketer]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o assunto é marketing online, não basta apenas olharmos para o que já fizemos, precisamos estar preparados para as próximas situações de mercado. Segundo o último relatório do eMarketer, alguns fatores devem ser levados em conta pelos profissionais de marketing online: 1. Consumo de conteúdo Nos últimos 3 anos, as pessoas tem passado mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o assunto é marketing online, não basta apenas olharmos para o que já fizemos, precisamos estar preparados para as próximas situações de mercado. Segundo o último relatório do eMarketer, alguns fatores devem ser levados em conta pelos profissionais de marketing online:</p>
<p><b>1. Consumo de conteúdo</b><br />
Nos últimos 3 anos, as pessoas tem passado mais tempo em contato com meios de comunicação, mas mantém a mesma proporção de tempo assistindo TV, lendo jornais e revistas, na internet ou no celular. </p>
<p><span id="more-36"></span><b>2. Equivalência de meios</b><br />
A plataforma se tornou indiferente para o consumo (seja TV, desktop, tablet ou mobile). Vídeos e interatividade em publicidade online atraem muito mais os consumidores: 39%, contra 25% que preferem texto.</p>
<p><b>3. Crescimento de mercado</b><br />
Os investimentos em mídia online crescem em média 3,5% ao ano. O que resulta em um mercado mais competitivo, que exige melhor gerenciamento do investimento e segmentação cuidadosa.</p>
<p><b>4. Aplicativos</b><br />
Maior consumo online através de aplicativos para ecommerce, jogos e outras formas de compras via celular.</p>
<p><b>5. Mídias Sociais são essenciais</b><br />
Chegam a disputar com o e-mail marketing na representatividade de mídia e passam a merecer uma gerência especial. O investimento aumenta e se integra ao planejamento. </p>
<p><img src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2011/02/emktsm.jpg" alt="" title="emktsm" width="320" height="260" class="alignnone size-full wp-image-52" /></p>
<p><b>6. Métricas </b><br />
A necessidade de mensurar o retorno do investimento em redes sociais e novos formatos é urgente. Se não houver controle, não haverá mais crescimento.</p>
<p>Fonte: <i><a href="http://www.emarketer.com/" target="_blank" rel="nofollow">eMarketer</a></i></p>
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		<title>Market Share do Varejo Online &#8211; Natal 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 14:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lomyne</dc:creator>
				<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[clubes de desconto]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
		<category><![CDATA[marketing online]]></category>
		<category><![CDATA[natal 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o social commerce. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing online mudou em 2010. Novas ferramentas de mídia, novas formas de anunciar, clubes de desconto, compras coletivas, redes sociais e enfim o <i>social commerce</i>. Tudo isso passou a fazer parte de um bom mix de marketing online. </p>
<p>Então chega o Natal, a época em que o varejo fatura alto, tanto em lojas físicas quanto no ecommerce. Hoje já podemos fazer um diagnóstico dos efeitos destas novas ferramentas e de que forma elas impactam no varejo online. O resultado, no entanto, não está exatamente dentro das expectativas dos apóstolos das mídias sociais ou oportunistas de negócios. Alguns pontos merecem ser assinalados:</p>
<p><span id="more-35"></span>Não há novidade em alguns informações: a principal categoria é a de lojas de departamento, o maior volume de acessos vem de São Paulo (39,8% dos acessos).</p>
<p>Em 12 meses, os buscadores perderam share em relação a todas as categorias que geram visitas aos sites de varejo, caíram de 45% para 41,25%, mas continuam sendo a principal fonte de tráfego para o ecommerce. A segunda origem mais comum é a partir de e-mails (subiu de 4% para 7,89%), seguido de perto pelas redes sociais – com 7,43% dos acessos este ano contra 6,4% do ano passado. </p>
<p>Os principais sites em números de acessos seguem abaixo:</p>
<p><a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank"><img src="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10-300x204.jpg" alt="" title="rank_sites_12-10" width="300" height="204" class="alignnone size-medium wp-image-57" /></a><br />
<a href="http://lomyne.vidadefril.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2010/12/rank_sites_12-10.jpg" target="_blank">(clique para ampliar)</a></p>
<p>Mas e depois? Depois de visitar sites de ecommerce, os principais destinos foram buscadores (12,04% dos acesos) e redes sociais (6,46%).</p>
<p>Todos estes números revelam algumas tendências importantes:</p>
<p>O ecommerce cresce a olhos vistos no Brasil, as lojas online estão se consolidando, através da construção de novos hábitos de consumo. No entanto, estes clientes pesquisam mais de uma vez sobre os produtos que estão interessados em cvomprar, compartilham nas redes sociais seus interesses e dúvidas, buscam informações mais profundas. Também estão se tornando clientes fiéis, cadastrando-se para receber informações  e promoções por e-mail. </p>
<p>As redes sociais, por sua vez, trabalham fortemente em termos de construção de marcas, mas ainda não refletem em acessos ou mesmo vendas. As relações construídas com as marcas dentro das redes sociais têm permanecido dentro destas redes. </p>
<p>Ainda cabe a pergunta: para o varejo online – em sua maioria lojas virtuais cujos produtos não são de fabricação própria – será mesmo que as redes sociais conseguem ser mais relevantes do que as buscas? Eu acredito que não. Branding é uma coisa, varejo é outra.</p>
<p><i>* Fonte: <a href="http://www.serasaexperian.com.br/" target="_blank" rel="nofollow">Serasa Experian</a></i></p>
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